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Maserati na Fórmula E: já acabou?

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Fim de novembro de 2024, A Maserati confirma o seu empenhamento na Fórmula E durante vários anosTrata-se de um sinal claro da determinação da empresa em reforçar a sua posição no domínio da eletrificação e da concorrência. Este compromisso manter-se-á até à introdução da geração GEN4 de monolugares em 2026/2027 e posteriormente, até 2030, foi anunciado pela marca italiana. No entanto, uma fonte bem informada disse-nos que a aventura Maserati em Fórmula E já poderia estar terminado.

No seu anúncio inicial, a Maserati salientou a importância da Fórmula E para acelerar o desenvolvimento da gama Folgore totalmente eléctrica. As promessas eram ambiciosas, com monolugares mais potentes e tecnologia de recuperação de energia de 600 kW. A integração do GEN3 EVO para a temporada 11, com novos pilotos como Stoffel Vandoorne e Jake HughesEsta foi a prova do empenhamento da Maserati em ocupar o seu lugar entre os líderes da competição.

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Na altura, sob o impulso de Santo Ficili, o novo CEO da Maserati, a equipa apostava numa parceria com a Stellantis Motorsport para desenvolver grupos motopropulsores de desempenho cada vez mais elevado. A Fórmula E parecia ser o local ideal para testar tecnologias antes de as implementar em modelos de produção.

Mas alguns meses mais tarde, a situação parece ter mudado radicalmente. Uma fonte bem informada revelou recentemente que um dos cenários em jogo para a Maserati era a cessação total do programa da Fórmula E. Esta escolha faz parte de uma reorientação da estratégia eléctrica da marca.

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Sob a égide de Carlos Tavares, a Maserati estava inserida numa estratégia de eletrificação muito ambiciosa, com uma gama Folgore e o supercarro elétrico 100 %. No entanto, estas ambições chegaram ao fim, com a anulação da MC20 Folgore e o desejo de dar uma escolha aos consumidores entre veículos eléctricos e de combustão interna. Parece que a Fórmula E, vista como um laboratório para a tecnologia do futuro, já não tem o mesmo lugar na visão atual da Maserati.

Nada se perde, tudo se transforma?

Embora a participação da Maserati na Fórmula E possa chegar ao fim após a 11ª época, o Stellantis Group pode querer continuar a investir na concorrência, mas com outras marcas do Grupo. Continuar com DS e substituir Maserati por Alfa Romeo ou Abarth em estudo. A Maserati, por seu lado, parece estar a reorientar-se para um posicionamento dos automóveis de luxo que continuam a ser exclusivos.

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